A vida consagrada é “uma concretização da oferta permanente a Deus”, disse Carlos Cabecinhas, sacerdote e reitor no Santuário de Fátima, na Eucaristia a que presidiu na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, na manhã desta terça-feira, 2 de fevereiro, data em que se assinala o Dia Mundial da Vida Consagrada.

Num dia em que Igreja celebra a Festa da Apresentação do Senhor, na qual Cristo é proclamado “Luz que se revela às nações”, Carlos Cabecinhas explicou que esta celebração “é um desafio a fazer da nossa vida uma oferta a Deus”. “Os santos responderam de forma pronta e afirmativa ao apelo feito por Nossa Senhora – ‘Quereis oferecer-vos a Deus?’ – e fizeram das suas vidas uma oferta ao Senhor, consagraram-Lhe a sua vida”, destacou o reitor do Santuário de Fátima.

Carlos Cabecinhas explicou que “oferecer a vida a Deus, é algo que assume muitas concretizações”, e que “há muitas formas de o fazer, como é o caso da vida consagrada”. As velas acesas no início da celebração “são uma profissão de fé neste Jesus nossa Luz que ilumina os nossos passos e guia os nossos caminhos”, realçou o sacerdote, citado pelos serviços de comunicação do templo mariano.

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