Com o propósito de diminuir os efeitos da atual pandemia em São Tomé e Príncipe, os responsáveis pela Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) decidiram reforçar o apoio à Helpo, uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD) portuguesa que intervém na educação pré-escolar naquele país africano.

Este apoio consiste na entrega de máscaras e viseiras em três centros de saúde – Neves, Santa Catarina e Diogo Vaz – e em três creches (para crianças dos dois aos seis anos) em Lembá, “um dos distritos mais pobres e de difícil acesso de São Tomé e Príncipe”, referem os serviços de comunicação da Gulbenkian.

Além da oferta de material está prevista uma “campanha de informação e comunicação sobre medidas preventivas para fazer face à pandemia”. Caberá a líderes comunitários, responsáveis de creches e postos de saúde apoiarem a Helpo na distribuição dos cartazes pelas ruas, estabelecimentos comerciais e pontos considerados estratégicos no distrito de Lembá.

A Helpo encontra-se a realizar em São Tomé e Príncipe, com o apoio da Gulbenkian, um plano de caracterização da população dos dois aos seis anos, na região noroeste do país. “O objetivo é fazer um levantamento de jogos, brincadeiras, contos, lengalengas e músicas tradicionais, desenvolver práticas de envolvimento parental e formar educadores, auxiliares e cuidadores destas crianças, tendo em vista uma adaptação dos conteúdos formativos e materiais”, adianta a FCG.

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