Com o objetivo de acabar com as recorrentes perturbações na cadeia de fornecimento de oxigénio aos hospitais públicos e postos de saúde da Guiné-Bissau, que já levaram à morte de várias pessoas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério Guineense da Saúde Pública estão a construir, com fundos de solidariedade da OMS, uma fábrica de oxigénio, que deverá estar concluída dentro de três meses.

Em declarações aos serviços de comunicação das Nações Unidas em Bissau, Jean-Marie Kipela, representante da OMS no país, disse “ser necessário resolver o problema, de uma vez por todas”, e lembrou que a agência está a atuar também na “aquisição de um barco-ambulância para alargar a cobertura da Rede de Ambulâncias à zona insular”.

Já com o propósito de reforçar os meios de diagnóstico, o Hospital Nacional Simão Mendes “vai ser dotado do seu primeiro aparelho de tomografia axial computorizada”, adianta a ONU, acrescentando que o equipamento “vai ser adquirido com verbas do fundo de emergência que o Banco Islâmico alocou ao país no âmbito da resposta à covid-19”.

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