Foto: "Vida"

Já estão em movimento na Guiné-Bissau os elementos da equipa do projeto “Mulheres de amanhã: fortalecimento da atividade produtiva e comercial das mulheres horticultoras-vendedoras da região de Cacheu”.

Os membros desta equipa afirmam estar já a reunir-se com as mulheres “horticultoras-vendedoras da cintura verde do Canchungo”, com o propósito de “conhecer as suas dinâmicas e hortas”, e também para “identificar as mulheres que estão interessadas em participar no projeto”.

Entretanto, “já foi disponibilizado, pelas autoridades tradicionais, um terreno que servirá de campo de demonstração das práticas agroecológicas às horticultoras-vendedoras”.

Este projeto tem como objetivo contribuir para a segurança alimentar destas comunidades guineenses, fomentando também a capacidade de resiliência deste povo. Numa altura em que o mundo enfrenta uma pandemia, reforçar as capacidades destas mulheres é também um factor que assume especial importância.

Esta iniciativa encontra-se a ser promovida pela “Vida”, uma organização não-governamental portuguesa existente desde 1992, com a missão de levar a cabo “projetos de desenvolvimento nos países mais pobres do mundo”. O programa “Mulheres de amanhã” conta com o financiamento do Instituto Camões.

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