Um campo em Canchungo, na Guiné-Bissau, acolheu uma numa sessão demonstrativa de compostagem. A iniciativa é de uma importância assinalável para toda aquela comunidade, que enfrenta um conjunto diverso de problemas, que se prendem com a falta de meios, insegurança alimentar e pobreza, os quais atualmente se agravam com os efeitos das medidas de contenção da Covid-19. A iniciativa deverá assim contribuir para a capacidade de resiliência desta população.

Os envolvidos na sessão de demonstração de compostagem explicam que esta é “uma técnica simples”, mas com um valor crucial, uma vez que “permite produzir fertilizante de qualidade”. A ação contou com a participação de “11 mulheres horticultoras”, que naquela ocasião compreenderam que vão poder “aplicar nas suas hortas” o “fertilizante de qualidade” que será produzido através desta simples técnica.

A sessão aconteceu no âmbito do projeto “Mindjeris Di Amanha: Fortalecimento da atividade produtiva e comercial das mulheres horticultoras-vendedoras da região de Cacheu”. Este programa conta com o financiamento do Instituto Camões. No terreno está a Vida, uma organização não-governamental portuguesa existente desde 1992, dedicada a projetos de desenvolvimento nos países pobres.

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