é o número mais elevado de vítimas mortais desde que a Organização Internacional para as Migrações começou a efetuar registos, em 2014. a região da fronteira entre os Estados Unidos da américa e o México é um dos principais pontos negros
é o número mais elevado de vítimas mortais desde que a Organização Internacional para as Migrações começou a efetuar registos, em 2014. a região da fronteira entre os Estados Unidos da américa e o México é um dos principais pontos negrosPelo menos 810 pessoas morreram a atravessar desertos, rios e regiões remotas em diferentes rotas migratórias americanas em 2019, tornando-se um dos anos mais mortíferos desde que há registo, revelou esta quarta-feira, 29 de janeiro, o Centro de análise de Dados da Organização Internacional das Migrações (OIM), em Berlim, alemanha. De acordo com os dados da agência, recolhidos com base em informação disponibilizada pelos governos, organizações não governamentais e órgãos de comunicação social, este é número mais alto de vítimas mortais desde que começou a ser feito o registo, em 2014. O total destes seis anos ascende a mais de 3. 800 mortos. Estes números são uma lembrança triste de que a falta de opções para uma mobilidade segura e legal empurra as pessoas para trilhos mais invisíveis e arriscados, colocando-as em maior perigo. a perda de vidas nunca pode ser normalizada ou tolerada como um risco assumido devido à migração ilegal, afirmou o diretor do Centro de análise de Dados da OIM, Frank Laczko, citado pela agência Lusa. a região da fronteira entre os Estados Unidos da américa e o México é um dos locais onde mais migrantes perderam a vida no continente. O número de vítimas mortais nesta zona tem vindo a aumentar desde 2014, registando-se um total de 2. 403 mortes (do total de 3. 800) em seis anos, das quais 497 ocorreram em 2019.