assembleia Geral da organização reúne-se para assinalar os 75 anos da libertação do maior campo de extermínio da Segunda Guerra Mundial, o campo de auschwitz-Birkenau, na Polónia
assembleia Geral da organização reúne-se para assinalar os 75 anos da libertação do maior campo de extermínio da Segunda Guerra Mundial, o campo de auschwitz-Birkenau, na PolóniaVários sobreviventes do Holocausto, representantes dos povos Roma e Sinti, do Museu do Holocausto e do Escritório das Nações Unidas sobre Prevenção do Genocídio e Responsabilidade de Proteger participam esta segunda-feira, 27 de janeiro, na cerimónia promovida pela ONU, em Nova Iorque, Estados Unidos da américa, para assinalar os 75 anos da libertação do campo de concentração de auschwitz-Birkenau. Os discursos irão estar centrados nos apelos contra o antissemitismo e outras formas de preconceito. Numa mensagem sobre a efeméride, o secretário-geral das Nações Unidas, antónio Guterres, lembrou que mesmo 75 anos após a libertação de auschwitz, o antissemitismo e o ódio ressurgem em retóricas inflamadas tentando diminuir o Holocausto, negando ou subestimando a responsabilidade de seus autores. E reiterou a necessidade de o mundo cumprir com a promessa de contar a história das vítimas de um dos crimes mais hediondos da História e honrá-las ao defender o direito de cada um de viver com dignidade num planeta justo e pacífico. O Papa Francisco também não esqueceu a data e aproveitou a oração do angelus, no domingo, na Praça de São Pedro, para convidar os cristãos a um momento de oração e recolhimento em memória das vítimas. Diante desta imensa tragédia, a essa atrocidade, não é admissível a indiferença e é legítima a memória. amanhã [hoje] estamos todos convidados a fazer um momento de oração e recolhimento, dizendo em nossos corações: nunca mais, nunca mais!, afirmou o Pontífice.