Se a desigualdade de oportunidades económicas entre homens e mulheres continuar a ser combatida ao ritmo atual, vão ser precisos mais de 250 anos para atingir a igualdade de género
Se a desigualdade de oportunidades económicas entre homens e mulheres continuar a ser combatida ao ritmo atual, vão ser precisos mais de 250 anos para atingir a igualdade de géneroas mulheres vão ter que esperar 257 anos para alcançar as mesmas oportunidades económicas dos homens se se mantiver o atual ritmo lento de combate às desigualdades de género, revela um relatório recente do Fórum Económico Mundial (FEM), que mede a disparidade na economia, educação, saúde e poder político. No alvorecer da década de 2020, a construção de economias mais justas e inclusivas deve ser o objetivo dos líderes mundiais, nacionais e da indústria. O relatório deste ano destaca a crescente urgência para a ação, alerta o fundador do FEM, Klaus Schwab. as mulheres estão a caminho de usufruir das mesmas oportunidades educativas dos homens dentro de 12 anos, mas igualdade política demorará mais 95 anos e a paridade económica ainda está a mais de dois séculos e meio se a situação for melhorando ao ritmo atual. No ranking de países, a Islândia ocupa o primeiro lugar como a nação mais igualitária do mundo, seguida da Noruega, Suécia, Finlândia e Nicarágua. a Nova Zelândia, Irlanda, Espanha, Ruanda e alemanha encontram-se nos restantes primeiros 10 lugares da lista mundial.