país regista a mais alta taxa de pobreza da última década. Conferência Episcopal disponibiliza-se para ajudar a desenvolver e formalizar um pacto social para ajudar os mais desfavorecidos
país regista a mais alta taxa de pobreza da última década. Conferência Episcopal disponibiliza-se para ajudar a desenvolver e formalizar um pacto social para ajudar os mais desfavorecidos a poucos dias da tomada de posse do novo Presidente da argentina, a Igreja Católica, através da Comissão Episcopal da Pastoral Social, manifestou a sua disponibilidade e vontade para participar num possível pacto social que responda à situação de pobreza de quase metade da população, a taxa mais alta da última década. a tomada de posição surgiu na sequência de uma reunião com os representantes do Movimento Mesa, que integra os principais setores do trabalho, produção e economia social. Segundo informações veiculadas pela agência Fides, no encontro, todos coincidiram na importância do trabalho realizado pela pastoral social para dar vida a este espaço de encontro e de diálogo. No primeiro trimestre de 2019, o total de argentinos considerados pobres atingiu os 40,8 por cento, e a situação de miséria também aumentou para 8,9 por cento. No último ano da gestão do Presidente cessante encerra com 2,8 milhões de novos pobres, o que quer dizer que quatro em cada 10 argentinos são pobres, informa a imprensa local, especializada em economia. De acordo com o mais recente relatório do Observatório da Dívida Social, elaborado pela Universidade Católica da argentina, as razões da nova situação social estão relacionadas com a crise económica, que se agravou este ano com a desvalorização do peso, uma inflação a rondar os 54 por cento e a queda dos salários.