Visita pastoral incluiu encontros com responsáveis de várias instituições germânicas, a quem foram pedidos apoios para melhorar o setor da educação na Guiné-Bissau
Visita pastoral incluiu encontros com responsáveis de várias instituições germânicas, a quem foram pedidos apoios para melhorar o setor da educação na Guiné-BissauConvictos de que com mais investimento na educação será possível melhorar a vida da população guineense, os bispos da Guiné-Bissau deslocaram-se em visita pastoral à alemanha, onde pediram apoio ao reforço do sistema educativo do país e apelaram aos guineenses que se mantenham unidos, apesar das diferenças étnicas e religiosas. achamos que a maior força do nosso povo, apesar das crises, o guineense continua a sentir-se irmão do outro, apesar da diferença étnica e religiosa. até pelo contrário, o cimento social, cultural que mantém a nossa identidade é a fé em Deus, disse no final de encontro com a comunidade guineense em Bona o bispo de Bissau, José Camnaté Na Bissign. Durante a sua estadia em território alemão, o bispo de Bissau e o bispo de Bafatá, Pedro Zilli, solicitaram a ajuda das dioceses e instituições no fortalecimento da educação dos guineenses com vista a transmitir valores para que a sociedade possa construir o seu futuro na base da pertença de que são membros da mesma família, um povo. Devemos reconhecer que no passado houve erros, crimes económicos e crimes de sangue na Guiné-Bissau, mas acreditamos que a capacidade de perdoar pode fortalecer o tecido social. Na nossa tradição africana, se uma pessoa adulta tiver a humildade de pedir perdão, toda a gente acolhe o seu pedido, sublinhou o prelado, citado pela agência Lusa. Os guineenses vão a votos para eleger o próximo Presidente da República em novembro próximo, após quatro anos de profunda instabilidade política, que esteve na origem da nomeação de sete primeiro-ministros. E muitos jovens guineenses residentes na alemanha e não só, não acreditam que o próximo pleito eleitoral mude o atual cenário político em Bissau.