Muitas das movimentações ocorridas nos primeiros seis meses do ano na região estiveram relacionadas com questões económicas. Os deslocamentos provocados por conflitos diminuíram, mas aumentaram os originados pelos confrontos entre comunidades
Muitas das movimentações ocorridas nos primeiros seis meses do ano na região estiveram relacionadas com questões económicas. Os deslocamentos provocados por conflitos diminuíram, mas aumentaram os originados pelos confrontos entre comunidades Um novo relatório publicado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) revela que há mais de oito milhões de deslocados na região do Corno de África. Mais de metade dos movimentos observados no primeiro semestre deste ano estiveram relacionados com questões económicas. De acordo com o documento, apesar dos deslocamentos induzidos por conflitos armados terem diminuído, a violência entre comunidades tornou-se mais frequente em países como a Etiópia, Somália e Sudão do Sul. Por outro lado, desde maio que a região atravessa um período de seca severa, que tem afetado em especial a Somália, o norte do Quénia, o sudoeste da Etiópia e o norte do Uganda. a OIM compromete-se a apoiar os Estados-membros da região na gestão da migração com enfoque particular na promoção de aspetos como a criação de emprego nas comunidades de envio de migrantes, para abordar as causas que estão na origem da migração irregular, assegurou o diretor da delegação da organização no Corno de África, Mohamed abdiker.