Mulheres e crianças manifestaram-se contra as condições degradantes em que vivem no acampamento de Moria, onde recentemente ocorreu um incêndio. Espaço está sobrelotado
Mulheres e crianças manifestaram-se contra as condições degradantes em que vivem no acampamento de Moria, onde recentemente ocorreu um incêndio. Espaço está sobrelotadoCentenas de migrantes, na sua maioria mulheres e crianças, manifestaram-se na ilha de Lesbos, na Grécia, esta terça-feira, 1 de outubro, para protestar contra as suas condições de vida no acampamento sobrelotado de Moria, onde ocorreu um incêndio no passado fim de semana que vitimou uma pessoa e provocou ferimentos em mais 17. Os manifestantes saíram do campo rumo ao porto de Mitilene transportando uma maca coberta com uma mortalha para simbolizar as vítimas do fogo, registado no domingo, 29 de setembro. Durante o protesto, os migrantes pediram para sair da ilha e melhorar as suas condições de vida. ao mesmo tempo, uma delegação da organização não governamental Oxfam fez uma visita a um olival próximo do acampamento, onde há uma zona de tendas de campanha e cabanas improvisadas em que vivem os migrantes que esperam entrar no campo oficial. É pior do que imaginava. Mais de 40 por cento das pessoas que vivem aqui são crianças. E crescem nestas condições dramáticas, declarou às agências internacionais a diretora-geral da Oxfam França, Cécile Duflot.com a chegada nas últimas semanas de uma grande quantidade de migrantes procedentes da Turquia, o campo de Moria está cada vez mais saturado. alberga quase 13. 000 pessoas para uma capacidade máxima prevista de 3. 000.