Encontro «Também somos Terra» convoca os participantes a refletir sobre a «Casa comum», numa perspetiva ambiental e espiritual. Decorre na Casa das Irmãs Doroteias, no Linhó, concelho de Sintra
Encontro «Também somos Terra» convoca os participantes a refletir sobre a «Casa comum», numa perspetiva ambiental e espiritual. Decorre na Casa das Irmãs Doroteias, no Linhó, concelho de SintraPromover a reflexão sobre a Casa comum a partir de uma perspetiva ambiental, mas também espiritual, é o objetivo do encontro Também somos Terra, agendado para este sábado, 21 de setembro, entre as 11h00 e as 18h30, na Casa das Irmãs Doroteias, no Linhó, concelho de Sintra. O não cuidar da casa comum vai afetar em primeira mão os mais desfavorecidos, os mais frágeis, os mais pobres; cuidar da ecologia, cuidar do ambiente, cuidar desta casa é cuidar de todos os que fazem parte desta rede viva, explicou o professor Juan ambrósio, um dos organizadores da iniciativa, em declarações à agência Ecclesia. Para o docente da Universidade Católica Portuguesa, e membro da rede Cuidar da Casa Comum, os pequenos gestos fazem toda a diferença na mudança, primeiro porque se todos os fizerem as coisas mudam radicalmente, e a segunda ordem de motivo, porventura até mais importante, é que não se mudam mentalidades se não começar a mudá-las por pequenos gestos. a rede Cuidar da Casa Comum é constituída por instituições, organizações, obras, movimentos da Igreja Católica e de outras igrejas cristãs, pessoas a título individual, e propõe-se aprofundar e difundir a encíclica “Laudato si”, publicada pelo Papa Francisco, para uma ecologia integral.