Membros da Comissão da Organização dos Estados americanos foram proibidos de entrar no país.comitiva foi mandatada para procurar uma solução pacífica para a crise Política e social que se vive na Nicarágua
Membros da Comissão da Organização dos Estados americanos foram proibidos de entrar no país.comitiva foi mandatada para procurar uma solução pacífica para a crise Política e social que se vive na Nicarágua a Comissão da Organização dos Estados americanos (OEa) para a Nicarágua, constituída por representantes da argentina, Canadá, Estados Unidos da américa, Jamaica e Paraguai, emitiu um comunicado onde expressa o seu mal estar perante a decisão do governo nicaraguense de proibir a entrada no país dos membros da organização. a viagem da Comissão à Nicarágua, prevista para os dias 16 e 17 de setembro, tinha como objetivo dar cumprimento ao seu mandato de promover contactos diplomáticos a fim de procurar uma solução pacífica e eficaz para a crise política e social, refere o documento, pedindo às autoridades que reconsiderem a sua posição, perante a degradação das instituições democráticas e os direitos humanos na Nicarágua. a decisão mereceu também o repúdio da comunidade católica. É uma lástima, o diálogo é importante. O Santo Padre repetiu em várias ocasiões que o diálogo é a chave, e a OE a é reconhecida como uma instituição que sempre promove o diálogo, reagiu o cardeal Leopoldo Brenes. a Igreja Católica, recorde-se, formulou a primeira tentativa de Diálogo Nacional em junho do ano passado, mas o governo do Presidente Daniel Ortega acusou os bispos e sacerdotes de líderes golpistas, só porque com frequência têm assumido a defesa dos mais débeis. Desde que começaram os protestos contra o governo, em abril de 2018, as manifestações têm aumentado cada vez mais para exigir a saída do Presidente e pedir eleições antecipadas. Em resultado da repressão, pelas forças de segurança e milícias pró-governamentais, já morreram pelo menos 325 pessoas e mais de 2. 000 ficaram feridas.