Conferência Episcopal queixa-se do controlo excessivo do regime cada vez que é feito um pedido pela Cáritas da Nicarágua e recorda que as campanhas são apenas para ajudar os mais pobres
Conferência Episcopal queixa-se do controlo excessivo do regime cada vez que é feito um pedido pela Cáritas da Nicarágua e recorda que as campanhas são apenas para ajudar os mais pobres a Conferência Episcopal da Nicarágua (CEN) emitiu um comunicado a contestar o bloqueio governamental à ajuda humanitária, que está a impedir a distribuição de alimentos e medicamentos à população, há quase um ano, devido à retenção por parte das autoridades de vários contentores com bens angariados pela Cáritas local. Esta forma de atuar é um exercício de autoritarismo irracional. “Nós somos quem tem a mão na massa e se algo tem que funcionar, será feito à nossa maneira, como nós queremos”. É esta a mensagem que nos envia o regime? Pois assim não podemos permanecer em silêncio, não podemos calar-nos perante isto, refere o porta-voz da CEN, citado pela agência Fides. De acordo com abelardo Mata, os pedidos da Cáritas continuam exageradamente controlados, desde documentos, a donativos, passando pela documentação dos países de onde provém a ajuda, principalmente dos Estados Unidos da américa, alemanha ou Canadá. Todos os programas da Cáritas e das dioceses são programas sociais para ajudar os mais pobres, não há nada comercial. Isto reflete a falta de humanismo do regime porque não vê as necessidades de quem sofre, conclui o bispo de Estelí.