Internautas de todo o mundo têm recorrido às redes sociais para expressar a sua indignação, preocupação e lamento pela devastação da amazónia
Internautas de todo o mundo têm recorrido às redes sociais para expressar a sua indignação, preocupação e lamento pela devastação da amazónia a floresta tropical amazónica está a ser devastada por incêndios e já perdeu milhares de hectares, que se somam a muitos mais perdidos com a desflorestação. Desde o início do de 2019, os fogos florestais no Brasil aumentaram 83 por cento face ao último ano. Mataram o rio, mataram as nossas fontes de vida e agora puseram fogo na nossa reserva, refere uma mulher indígena, através de um vídeo que se está a tornar viral nas redes sociais.
No início desta semana, a cidade de São Paulo ficou coberta por uma forte neblina que transformou o dia em noite. O problema no país pode ser observável do espaço. Já há mais de duas semanas que os incêndios deflagram na floresta e mato nos estados do Norte do Brasil, incluindo áreas pertencentes à amazónia e ao Pantanal.
a revolta pelo que está a suceder à amazónia espalha-se pelas nas redes sociais, onde se criam “hashtags” como #eaamazonia, #saveamazonia e #Prayforamazonas. através de grande parte das publicações é criticado o silêncio das autoridades e de Jair Bolsonaro, presidente brasileiro.
Também através das redes sociais, mais precisamente do Twitter, Ricardo Salles, ministro do Meio ambiente no Brasil, referiu que bombeiros e aeronaves estão integralmente à disposição dos estados e já em uso para superar o flagelo dos incêndios. O governo do estado do amazonas montou já um gabinete de crise. De acordo com dados oficiais deste executivo, a quantidade de fogos florestais aumentou 146 por cento entre 2018 e 2019.
Em apenas um ano, a desflorestação na amazónia cresceu 88 por cento. agora, em cerca de três semanas, os incêndios consumiram 20 mil hectares de vegetação. Entre 2000 e 2017, a amazónia perdeu uma área superior à da alemanha, conforme indica a BBC Brasil, aludindo a um estudo da Universidade de Oklahoma, divulgado na revista Nature sustainability.
De 1 de janeiro a 18 de agosto de 2019, foram assinalados quase 71. 500 focos de incêndio, uma quantidade recorde, quando comparada com os perto de 40 mil de igual período do ano passado, e com a última grande vaga de incêndios, em 2016, quando se verificaram 66. 622 focos de queimadas no mesmo período.