Previsões apontam para um possível aumento significativo das temperaturas nos meses de julho e agosto, que podem causar efeitos prejudiciais à saúde humana. países em risco aconselhados a tomarem medidas de prevenção
Previsões apontam para um possível aumento significativo das temperaturas nos meses de julho e agosto, que podem causar efeitos prejudiciais à saúde humana. países em risco aconselhados a tomarem medidas de prevenção
Na sequência das atuais ondas de calor na Europa e das previsões que esse fenómeno poderá atingir várias partes das américas, a Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou um alerta aos países da região, para que estejam preparados para minimizar o impacto que esta situação pode ter na saúde das pessoas. as previsões meteorológicas para a américa do Norte, américa Central e Caraíbas apontam para ondas de calor durante os meses de julho e agosto, o que, segundo a OMS, poderá fazer aumentar o stresse induzido pela seca, levar a incêndios florestais e ter efeitos prejudiciais à saúde humana. Durante o verão passado, por exemplo, sete países das américas – argentina, Brasil, Chile, México, Paraguai, Peru e Uruguai – foram afetados por ondas de calor, um fenómeno que nunca tinha sido observado na região. antes, as ondas de calor com mais impacto tinham-se registado em 2010, no Brasil, e causado 737 mortes, e em 2013-2014, na argentina, com 1. 877 vítimas mortais. a OMS recorda que a exposição ao calor causa sintomas graves como insolação, condição que causa desmaios, assim como pele seca e quente, devido à incapacidade do corpo de controlar altas temperaturas. a maioria das mortes relacionadas com o calor deve-se ao agravamento das condições cardiopulmonar, renal, endócrina e psiquiátrica.