associação representativa do setor considera que o documento fica aquém das expetativas, mas que é um bom ponto de partida para algo que poderá vir a ser melhorado
associação representativa do setor considera que o documento fica aquém das expetativas, mas que é um bom ponto de partida para algo que poderá vir a ser melhorado a associação Nacional de Cuidadores Informais aplaudiu esta quinta-feira, 30 de maio, a criação do Estatuto do Cuidador Informal, uma vez que considera que passa a existir um ponto de partida que pode ser melhorado. O organismo acredita que a medida fica abaixo das suas aspirações, particularmente no que concerne à proteção laboral.
Congratulamo-nos por haver um estatuto, sendo que não são só medidas de apoio avulso, referiu Sofia Figueiredo, presidente da associação Nacional de Cuidadores Informais (aNCI), em declarações à agência Lusa. De acordo com a responsável, este pode não ser o estatuto desejado, mas poderá ser aperfeiçoado, ao contrário do que acontecia antes, sem a existência de qualquer documento.
São precisamente os beneficiários deste estatuto, oriundos do norte de Portugal, que são convidados a participar no quarto encontro de cuidadores da diocese do Porto, que se vai realizar este domingo, 2 de junho, na Casa Diocesana de Vilar, no Porto, entre as 15h00 e as 18h30.
a sessão vai decorrer com o tema Todos chamados à missão de Cuidar, e será uma ocasião para escutar Maria do Rosário Rodrigues, presidente do Secretariado Diocesano da Pastoral da Saúde, assim como o padre José Nuno. O encontro prevê também um diálogo com os participantes, conforme indicam os serviços de comunicação da diocese do Porto.
a música também marcará esta iniciativa, que chegará ao fim com a celebração de uma Eucaristia presidida por antónio augusto azevedo, bispo-eleito da diocese de Vila Real. O encontro de cuidadores é dinamizado pelos membros do Secretariado Diocesano da Pastoral da Saúde e conta com entrada livre.