Nomeado um coordenador de emergência para articular o apoio internacional e assegurar um ambiente propício em áreas como a segurança e a Política. Doença já matou mais de 1. 200 pessoas
Nomeado um coordenador de emergência para articular o apoio internacional e assegurar um ambiente propício em áreas como a segurança e a Política. Doença já matou mais de 1. 200 pessoas as Nações Unidas nomearam um coordenador de Emergência sobre a Resposta ao Ébola para operar nas áreas mais afetadas pela doença na República Democrática do Congo (RDC). David Gressly terá como missão supervisionar e coordenar o apoio internacional, criar condições de segurança e estabelecer os contactos a nível político para que o combate à propagação do vírus se revele mais eficaz. O responsável está consciente que a resposta à epidemia tem ocorrido num ambiente operacional marcado por uma complexidade sem precedentes para uma emergência de saúde pública, devido à insegurança, às crenças populares, e aos protestos políticos que têm levado a interrupções no combate à doença. Neste sentido, um dos seus objetivos é trabalhar para superar essas restrições operacionais. O atual surto já provocou a morte a mais de 1. 200 pessoas e o risco de propagação a outras províncias no leste do Congo e até aos países vizinhos é ainda muito alto. Um terço dos pacientes são crianças, o que também aumenta a preocupação em relação aos surtos anteriores. a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem adotado estratégias de saúde pública para identificar e tratar as pessoas o mais rápido possível, expandir a vacinação e proteger mais a população, e reforçado o trabalho para acabar com a transmissão da doença em unidades de saúde.