Presidente da República Centro-africana decretou o luto nacional em homenagem às vítimas do massacre no oeste do país e da religiosa espanhola assassinada junto à fronteira com os Camarões
Presidente da República Centro-africana decretou o luto nacional em homenagem às vítimas do massacre no oeste do país e da religiosa espanhola assassinada junto à fronteira com os Camarões a República Centro-africana cumpre três dias de luto nacional, até sábado, 25 de maio, decretados pelo Presidente Faustin-archange Tuadéra, em homenagem às vítimas de um massacre na região de Padoua e à religiosa espanhola, assassinada na localidade de Nola, próximo da fronteira com os Camarões. Segundo dados das forças da ONU no país, nos últimos dias morreram mais de 50 civis nos arredores da cidade de Padoua, junto à fronteira com o Chade, em consequência de uma série de ataques atribuídos ao grupo armado 3R (Regresso, Reivindicação, Reconcilição), e repudiados pelo secretário-geral das Nações Unidas. Em comunicado, antónio Guterres recordou que o movimento é um dos signatários do acordo de paz, assinado em fevereiro passado, em Bangui. Já na localidade de Nola, nas proximidades da fronteira com os Camarões, as autoridades encontraram o corpo da religiosa Inés Nieves Sancho, sem vida e com sinais de violência. a freira, de 77 anos, ensinava costura às jovens da região. O bárbaro assassinato foi condenado pelo Papa Francisco.