ativista de direitos humanos ficou surpreendida com a quantidade de homens chineses que casam com mulheres paquistanesas, depois de pagarem às famílias. Muitas das noivas são levadas para a China como escravas sexuais
ativista de direitos humanos ficou surpreendida com a quantidade de homens chineses que casam com mulheres paquistanesas, depois de pagarem às famílias. Muitas das noivas são levadas para a China como escravas sexuaisO alerta é do presidente da Comissão Episcopal para a Família e a Vida do Paquistão. as mulheres paquistanesas casam-se com homens chineses convencidas de que é algo bom, mas estas jovens e as suas famílias não estão conscientes de que podem ser enganadas e ver-se envolvidas em matrimónios fraudulentos. Lançamos um apelo ao governo para que tome medidas sérias contras os responsáveis desta moderna forma de tráfico de seres humanos, disse Samson Shukardin à agência Fides. Segundo o bispo, responsável pela diocese de Hyderabad, é urgente que as pessoas tomem consciência deste fenómeno. Os matrimónios não registados e os falsos pastores cristãos estão envolvidos neste tráfico ilícito que arruína as famílias paquistanesas para tirar proveito delas, sublinhou. a questão ganhou projeção internacional, graças à ativista de direitos humanos Saleem Iqbal, que estima em mais de 700 o número de matrimónios deste tipo realizados nos últimos dois anos, na região de Punjab. Surpreendeu-me ver em várias partes da província que as mulheres cristãs estavam casadas com homens chineses, que pagavam bem à família. Depois do matrimónio, levam as mulheres para a China onde com frequência são maltratadas ou vendidas como escravas sexuais, quando não são usadas para o tráfico de órgãos. assim, os homens sem escrúpulos ganham muito mais do que gastaram no Paquistão com o casamento, denunciou.