Projeto de resolução da Rússia foi reprovado por vários países, entre eles os Estados Unidos da américa. Por sua vez, os russos, também vetaram a proposta apresentada pelos norte-americanos
Projeto de resolução da Rússia foi reprovado por vários países, entre eles os Estados Unidos da américa. Por sua vez, os russos, também vetaram a proposta apresentada pelos norte-americanos Num momento em que se suspeita da utilização de armas químicas no conflito da Síria, o Conselho de Segurança das Nações Unidas voltou a não conseguir reunir consenso para a criação de um mecanismo de investigação internacional que possa apurar o que realmente se passou na região de Duma. as três propostas de resolução apresentadas na última reunião daquele organismo acabaram reprovadas. Uma das resoluções foi apresentada pelos Estados Unidos da américa (EUa), com o apoio da França, Reino Unido, Holanda, Peru, Polónia, Suécia e Turquia. Os outros dois documentos foram propostos pela Rússia. a primeira proposta a ser votada foi a dos EUa, e defendia a criação de um novo mecanismo independente para investigar o ataque e apurar responsabilidades. O texto ainda obteve 12 votos favoráveis, mas a Bolívia votou contra, juntamente com a Rússia, que tem poder de veto. a segunda resolução, apresentada pela Rússia, também pedia uma investigação ao ataque, mas pedia que o resultado fosse apresentado ao Conselho de Segurança, que deveria decidir sobre o responsável. a proposta teve apenas seis votos favoráveis. Sete Estados-membros votaram contra, incluindo os EUa. Dois países abstiveram-se. O terceiro texto, que também não passou, pedia que fosse enviada uma missão Organização para a Proibição de armas Químicas (OPaQ) à Síria. Recorde-se que o mandato da OPaQ na Síria expirou em novembro do ano passado e, até agora, o Conselho de Segurança da ONU não conseguiu reunir os votos necessários para aprovar a sua renovação. Só a Rússia já vetou 12 propostas de resolução sobre a Síria, desde o início do conflito armado, em 2011. Os confrontos já provocaram mais de 500 mil mortos e milhões de deslocados, que vivem num drama humanitário.