autoridades moçambicanas criaram um centro de acolhimento provisório para albergar as pessoas que vivem nas áreas alagadas pelas inundações, no Município de Matola
autoridades moçambicanas criaram um centro de acolhimento provisório para albergar as pessoas que vivem nas áreas alagadas pelas inundações, no Município de Matola Enquanto se aguarda pelo escoamento das águas que inundaram parte dos bairros do município de Matola, em Moçambique, as autoridades instalaram um centro de acolhimento no bairro de Dlhavela, para acomodação temporária das famílias cujas casas foram atingidas pelas cheias. Segundo a imprensa local, o acampamento montado esta semana possui 28 tendas e albergava, até esta sexta-feira, 23 de fevereiro, cerca de 600 pessoas que nas últimas semanas viviam mergulhadas nas águas da chuva nos bairros acordos de Lusaka, Khongolote, Dlhavela e Zona Verde. Nesta primeira fase apenas metade das tendas foram ocupadas, mas nos próximos dias prevê-se a chegada de mais famílias, já que as autoridades municipais iniciaram a sensibilização das pessoas que ainda continuam nas zonas alagadas para abandonarem suas casas.