além da falta de condições dos campos de refugiados, os somalis têm de lidar com as consequências da seca. as agências humanitárias estão no terreno para ajudar a população através do fornecimentos de água potável
além da falta de condições dos campos de refugiados, os somalis têm de lidar com as consequências da seca. as agências humanitárias estão no terreno para ajudar a população através do fornecimentos de água potávelMilhares de deslocados internos na Somália enfrentam simultaneamente a falta de condições dos campos de refugiados e os efeitos de uma seca severa. as comunidades de acolhimento no Sudoeste de Baidoa estão sobrecarregadas, o que leva a um aumento da procura por serviços básicos e à deterioração das condições de vida nos campos de refugiados e nas comunidades de acolhimento.
Numa tentativa de atenuar estes problemas, estão no terreno equipas da agência Internacional para Migrações (OIM), do governo da Somália e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Os diversos profissionais estão a procurar providenciar serviços sustentáveis de abastecimento de água potável, saneamento e higiene para mais de 45 mil deslocados.
além disso, os poços estão a ser reabilitados para fornecer acesso a água segura e limpa às áreas afetadas pela seca e está prevista a construção de tanques de água e a entrega de água por camiões, informa a Rádio da Organização das Nações Unidas (ONU).