Cerca de 50 por cento das vítimas mortais resultantes dos últimos ataques a uma das principais cidades da Síria eram menores de idade. Muitos faleceram por falta de assistência médica
Cerca de 50 por cento das vítimas mortais resultantes dos últimos ataques a uma das principais cidades da Síria eram menores de idade. Muitos faleceram por falta de assistência médica a organização não governamental Save the Children denunciou esta segunda-feira, 26 de setembro, que cerca de metade das vítimas mortais nos ataques ocorridos nos últimos dias na cidade síria de aleppo são crianças. No lote de feridos que entraram nos hospitais durante o fim de semana, 43 por cento são menores de idade. Muitos acabaram por morrer por falta de assistência. Os hospitais estão completamente cheios de feridos e não para de morrer gente, a maioria mulheres e crianças. Os pacientes estão no chão e muitos deles precisam de oxigénio e respiração assistida. Há uma grande escassez de medicamentos e equipamentos, e o pessoal médico está esgotado porque trabalha acima das suas capacidades, relata abu Rajab, um dos médicos que trabalha numa zona sitiada. Reagindo ao facto do Conselho de Segurança das Nações Unidas ter marcado uma reunião de emergência para analisar a situação de aleppo, a diretora da Save the Children, Sonia Khush, apelou a que se faça tudo para travar o sofrimento do povo sírio. Devem estabelecer um cessar-fogo imediato e permitir às organizações que levem alimentos, água potável e suprimentos básicos.