O primeiro balanço ao acidente aponta para a existência de pelo menos 29 mortos. a este ritmo, o ano de 2016 poderá ser o mais mortí­fero de sempre no mar Mediterrâneo
O primeiro balanço ao acidente aponta para a existência de pelo menos 29 mortos. a este ritmo, o ano de 2016 poderá ser o mais mortí­fero de sempre no mar Mediterrâneo Um barco com cerca de 600 imigrantes a bordo afundou-se na manhã desta quarta-feira, 21 de setembro, na zona costeira de Kafr al Sheij, no Egito, provocando a morte a pelo menos 29 pessoas, segundo o primeiro balanço feito pelas autoridades locais. as equipas de salvamento e resgate estão no local do acidente a recolher e prestar assistência aos sobreviventes. Na embarcação, de acordo com informações das autoridades governamentais, seguiam cidadãos egípcios, sírios, sudaneses e de outras nacionalidades africanas. Era a maior operação de migração ilegal até à data, na zona costeira do Egito. Dados revelados recentemente pelo alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (aCNUR) estimam que este ano mais de 300 mil imigrantes e refugiados tenham chegado à Europa depois de cruzarem o Mediterrâneo. Este ano, já morreram ou desapareceram na travessia 3. 211 pessoas, pouco menos que em 2015 (3. 771), o que leva os responsáveis da ONU a temer que 2016 seja o ano mais mortífero de sempre.