Coligação liderada pelos Estados Unidos da américa lançou um ataque a posições que julgavam ser do Estado Islâmico, mas eram do exército sírio. Ofensiva deixou a trégua por um fio
Coligação liderada pelos Estados Unidos da américa lançou um ataque a posições que julgavam ser do Estado Islâmico, mas eram do exército sírio. Ofensiva deixou a trégua por um fio a situação na Síria voltou a agravar-se este fim de semana depois da coligação liderada pelos Estados Unidos da américa (EUa) ter bombardeado vários alvos na região de aleppo. a Rússia não gostou do ataque, que atingiu posições do exército fiel a Basharal-assade provocou 80 mortos, e já pediu uma investigação rigorosa a esta ofensiva. Moscovo está profundamente inquieto com o que se passou. Pedimos aos nossos parceiros norte-americanos que levem a cabo a mais completa investigação e que tomem medidas para evitar tais incidentes no futuro, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, em comunicado. a coligação reconheceu que havia bombardeado o que pensava ser uma posição do grupo jihadista Estado Islâmico e interrompeu a operação quando Moscovo avisou que estavam a atingir militares sírios. ainda assim, o regime sírio acusa a coligação de lançar um ataque deliberado. Para o embaixador russo,VitaliShurkin, este incidente é um mau presságio para que se mantenha o acordo entre a Rússia e os EU a para um cessar-fogo. Nóscomprometemo-noscom uma trégua que vai continuar até que expire. Quem sabe, seja depois prolongada, que sabe que depois haverá outro acordo. a situação política é muito instável, reforçou uma conselheira do Presidente Sírio.