arcebispo de Caracas lamenta a falta de produtos alimentares e apela à população que tente ultrapassar as dificuldades de forma ordeira e pacífica. Multiplicam-se as manifestações a reivindicar um referendo à continuidade do governo
arcebispo de Caracas lamenta a falta de produtos alimentares e apela à população que tente ultrapassar as dificuldades de forma ordeira e pacífica. Multiplicam-se as manifestações a reivindicar um referendo à continuidade do governo Há a total falta de géneros alimentares, não existem remédios e isto é um grave problema, mas devemos resolvê-lo pacificamente, apelou recentemente o arcebispo de Caracas, o cardeal Jorge Urosa Savino, numa tentativa de apaziguar o clima de tensão social que se vive na Venezuela. a situação tem vindo a agravar-se de tal forma, que segundo testemunhos recolhidos pela agência Fides, em Barquisimeto, uma cidade a 340 quilómetros da capital, há pacientes a morrer à fome no hospital psiquiátrico local. Os últimos dados davam conta de pelo menos três mortes por falta de alimentos. Entretanto, cresce a contestação nas ruas das principais cidades do país, com manifestações contra o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), acusado de impedir e atrasar a convocação do referendo ao atual governo. a vitória do sim pode ditar a destituição do executivo e levar a novas eleições nacionais.