a agência de refugiados expressou a sua preocupação com os serviços básicos e segurança no território anteriormente controlado pelos terroristas do Boko Haram. Há centenas de pessoas internamente deslocadas a regressar a aldeias e cidades devastadas
a agência de refugiados expressou a sua preocupação com os serviços básicos e segurança no território anteriormente controlado pelos terroristas do Boko Haram. Há centenas de pessoas internamente deslocadas a regressar a aldeias e cidades devastadas O regresso de muitas pessoas internamente deslocadas às suas aldeias e cidades devastadas no estado do nordeste de Borno – só recentemente libertado pelas forças armadas nigerianas – está a colocar sob pressão essas localidades. Dados completos não estão disponíveis, mas o nosso pessoal no terreno e os seus parceiros estão a relatar, nos últimos dias, o regresso espontâneo e também facilitado pelo governo de centenas de pessoas para lugares como Mafa, Konduga, Benisheikh e Dikwa, avançou Leo Dobbs, porta-voz do alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (aCNUR). Este alto Comissariado espera que o número cresça nas próximas semanas, embora saliente que o apoio do governo e da agência de ajuda humanitária foi reforçado nos 16 distritos recentemente libertados de Borno. O aCNUR e os seus parceiros têm acesso restrito a dez desses distritos, onde cerca de 800 mil pessoas precisam de ajuda urgente, disse Leo Dobbs. alguns dos que agora regressam às suas casas nas zonas libertadas, como a capital de Borno, Maiduguri, parecem estar felizes só por voltar, falando de condições terríveis nos lugares onde têm vivido, incluindo campos de pessoas deslocadas internamente.