Descrevendo a intolerância religiosa como uma das maiores ameaças globais, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, apelou para que o mundo se una para uma coexistência pacífica e uma vida digna para todos
Descrevendo a intolerância religiosa como uma das maiores ameaças globais, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, apelou para que o mundo se una para uma coexistência pacífica e uma vida digna para todos a violência contra as pessoas por causa de sua identidade ou crenças religiosas é um ataque aos valores fundamentais das Nações Unidas, sublinhou Ban Ki-moon, numa mensagem enviada ao Fórum sobre antissemitismo, que se realizou quarta-feira, 7 de setembro, na ONU, em Nova Iorque (EUa). Uma e outra vez, a história tem mostrado que aqueles que atacam uma minoria de hoje, terão como alvo outra amanhã. Discriminação não discrimina, disse o secretário-geral das Nações Unidas. Ban Ki-moon observou também que o antissemitismo é um dos mais antigos, mais difundidos e mais mortais ódios no mundo e que, apesar do horror do Holocausto, os judeus continuam a ser alvo de assassinato e abuso apenas porque são judeus.