Organizações estão diminuir o apoio alimentar ou a assistência em dinheiro aos refugiados. Entidades pedem doações urgentes
Organizações estão diminuir o apoio alimentar ou a assistência em dinheiro aos refugiados. Entidades pedem doações urgentes a falta de fundos obriga as agências humanitárias a reduzir, a partir desta semana, as porções de comida ou a assistência em dinheiro, até 50 por cento, aos 200 mil refugiados que estão no Uganda, devido à violência no país vizinho, o Sudão do Sul.

Numa tentativa de resolver o problema, o governo daquele país africano, o alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (aCNUR) e o Programa Mundial de alimentação (PMa) apelam ao envio de donativos com rapidez.

Enquanto as doações não chegarem, apenas os idosos, órfãos, doentes e pessoas desnutridas, vão continuar a receber as porções completas de comida, informa a Rádio das Nações Unidas.
Mike Sackett, diretor interino do PM a no Uganda, frisa que foi feito o necessário para evitar o corte, e acredita que a medida deve ser temporária, uma vez que as agências trabalham para levantar os recursos para que o volume de alimentos entregue aos refugiados volte ao normal.
O representante do aCNUR no Uganda, Bornwell Kantande, refere que nunca a comunidade internacional foi tão generosa com os refugiados, mas ao mesmo tempo, a lacuna entre o que está a ser fornecido e a quantidade ideal de ajuda nunca foi tão grande.