Com mais de dois milhões de pessoas afetadas pelo conflito e com aleppo devastada pela guerra, com vastas zonas sem energia e água a diminuir, as Nações Unidas lançaram apelo urgente para pausa humanitária nas hostilidades que permita acesso imediato
Com mais de dois milhões de pessoas afetadas pelo conflito e com aleppo devastada pela guerra, com vastas zonas sem energia e água a diminuir, as Nações Unidas lançaram apelo urgente para pausa humanitária nas hostilidades que permita acesso imediato as Nações Unidas lançaram um apelo urgente, na segunda-feira, 8 de agosto, para uma pausa humanitária nas hostilidades que permita o acesso imediato a aleppo, na Síria, que permita reparar as redes de eletricidade e de água e prestar assistência às pessoas necessitadas. Segundo o gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de assuntos Humanitários (OCHa), cerca de 250 mil a 275 mil pessoas permanecem retidas no leste de aleppo desde o início de julho depois do fecho da estrada de Castello, a última via de acesso que permanecia na área. Desde 6 de agosto que a estrada de Khanasser, a principal via de acesso para a zona ocidental de aleppo também está cortada, elevando o número total de civis que vivem cercados a mais de dois milhões. Num comunicado de imprensa, Yacoub El Hillo, coordenador humanitário das Nações Unidas para a Síria, e Kevin Kennedy, coordenador regional humanitário para a crise na Síria, observaram que ao longo das últimas semanas, as comunidades, tanto a leste como a oeste de aleppo, têm suportado o peso do vicioso conflito, com inúmeros civis mortos ou feridos. Os hospitais e clínicas continuam a ser alvos, comprometendo seriamente a saúde e o bem-estar de todos os cidadãos de aleppo, disseram os responsáveis, acrescentando que os ataques a infraestruturas civis esta semana danificaram severamente a rede elétrica e de água da cidade, deixando mais de dois milhões de residentes de aleppo sem eletricidade ou acesso à rede pública de água.