autoridades gregas fiscalizaram 16 espaços de acolhimento de migrantes e chegaram à conclusão que as más condições dos centros podem pôr em risco a saúde dos utentes e da população
autoridades gregas fiscalizaram 16 espaços de acolhimento de migrantes e chegaram à conclusão que as más condições dos centros podem pôr em risco a saúde dos utentes e da população Os responsáveis do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (KEELPNO, na sigla em grego) pediram esta quarta-feira, 27 de julho, o encerramento dos centros de acolhimento para migrantes na Grécia, depois de ter sido feita uma fiscalização em 16 acampamentos do norte do país, e ter ficado claro que as más condições existentes podem representar um risco para a saúde pública. Nas conclusões enviadas ao governo grego, é referido que a sobrelotação das tendas militares e em zonas industriais representa uma série de riscos, não só para os migrantes, mas também para o resto da população. a ventilação é inadequada, há dificuldades no acesso a água potável, e enormes quantidades de lixo acumuladas. acreditamos que, por razões de segurança pública, os centros de acolhimento deveriam ser encerrados, afirmou o vice-presidente da KEELPNO, andreas Benos, sublinhando que a maior parte dos espaços estão próximos de áreas que atraem grandes populações de mosquitos, o que expõe os migrantes a um maior risco de doença. Para o responsável, o governo devia dar prioridade à introdução dos refugiados na sociedade grega, uma vez que grande parte destas pessoas terá que manter-se na Grécia, ao abrigo do acordo assinado entre a União Europeia e a Turquia.