Estudo promovido por centro de investigação norte-americano revela que quase metade dos europeus teme que a entrada de refugiados faça aumentar o risco de ataques e muitos encaram os migrantes como uma sobrecarga para a economia
Estudo promovido por centro de investigação norte-americano revela que quase metade dos europeus teme que a entrada de refugiados faça aumentar o risco de ataques e muitos encaram os migrantes como uma sobrecarga para a economiaCerca de metade dos europeus tem receio que a entrada de refugiados na Europa faça aumentar o risco de ataques terroristas nos seus países e muitos consideram que o acolhimento destas pessoas irá sobrecarregar as economias nacionais. as conclusões são de um estudo do centro de investigações norte-americano Pew, que foi divulgado esta semana. Os mais receosos são os húngaros, pois 76 por cento dos inquiridos revelaram ter receio do aumento da insegurança com a chegada dos refugiados. Na Polónia, 71 por cento admitiram ter medo do aumento do risco de ataques, seguindo-se a alemanha, com 61 por cento, o Reino Unido, com 52 por cento, e a França, com 46 por cento. Em relação a um eventual peso suplementar para a economia, tendo em conta que os refugiados podem beneficiar de ajudas e postos de trabalho, as respostas recolhidas em 10 países foram diversas, mas 82 por cento dos húngaros responderam afirmativamente, o mesmo acontecendo com 31 por cento de alemães. Já no que se refere à segurança interna, 47 por cento dos italianos disse acreditar que os refugiados estão mais predispostos a cometer crimes, contra os 13 por cento de espanhóis que manifestou a mesma opinião. Por outro lado, dois terços dos polacos, gregos, italianos e húngaros admitiram ter uma opinião desfavorável dos muçulmanos, uma ideia partilhada por menos de um terço de franceses, alemães e britânicos.