a Igreja Católica em Portugal defende uma atividade turí­stica que respeite cada indiví­duo, incluindo os trabalhadores do setor, que em períodos de maior afluência de turistas têm de lidar com muitas exigências
a Igreja Católica em Portugal defende uma atividade turí­stica que respeite cada indiví­duo, incluindo os trabalhadores do setor, que em períodos de maior afluência de turistas têm de lidar com muitas exigênciasEm época de férias, o diretor da Obra Nacional da Pastoral do Turismo (ONPT) pede respeito pelos direitos e deveres dos trabalhadores do setor: direito ao justo descanso, à convivência familiar, à celebração da fé, ou mesmo à sua valorização cultural, mediante o acesso a atividades culturais próprias destas épocas. Não descurando, ainda, o sentido de justiça na devida remuneração, seja pela atenção às tabelas salariais, seja pela relação entre tempo de trabalho e sua justa compensação económica.
Carlos Godinho realça ainda que as receitas do turismo, devidamente redistribuídas e reinvestidas, contribuem para o desenvolvimento de todos e de cada um, num compromisso de construir uma sociedade cada vez mais justa e equitativa, onde as necessidades materiais de cada cidadão se satisfazem, daí a importância da correta distribuição das mesmas.
ainda na Nota da Obra Nacional da Pastoral do Turismo para a Época Balnear de 2016, que tem como tema Desenvolvimento turístico e misericórdia, Carlos Godinho manifesta o desejo de que esta atividade se desenvolva de forma mais justa, solidária, equitativa e ao serviço do autêntico bem comum. Iluminados pelas obras de misericórdia, sentimo-nos animados a viver um turismo mais humano e humanizante, na promoção de todos e na defesa da nossa casa comum, considera.