agência de Energia atómica está a formar cientistas para estudar átomos no solo, na água, nos fertilizantes e nas plantações do Sudão de forma a contribuir para um aumento da produção de vegetais no país
agência de Energia atómica está a formar cientistas para estudar átomos no solo, na água, nos fertilizantes e nas plantações do Sudão de forma a contribuir para um aumento da produção de vegetais no país a ciência nuclear está a ser usada no Sudão para ajudar as mulheres a transformarem as terras secas em viveiros de vegetais, no âmbito de uma iniciativa lançada pela agência Internacional de Energia atómica (aIEa).
Com o apoio deste organismo, campos agrícolas e hortas de pequena escala têm sido otimizadas fazendo com que a população tenha acesso a vegetais como cebolas, beringelas, quiabos e folhas verdes.
a aIE a enviou para o Sudão vários especialistas com a missão de treinar cientistas locais, que dão apoio técnico aos produtores em parceria com a Organização das Nações Unidas para agricultura e alimentação (FaO).
Para a agência, estudar os átomos no solo, na água, nos fertilizantes e nas culturas é uma forma de aproximar os elementos e determinar o que funciona ou não para estimular a produção. O estudo ajuda a chegar a um equilíbrio entre a proteção do solo e a economia de água para favorecer as culturas, explica a Rádio das Nações Unidas.