Uma magistrada portuguesa, ex-presa Política, e uma sobrevivente de tortura mexicana, fazem parte de uma mesa redonda organizada pela amnistia Internacional para assinalar o encerramento da campanha
Uma magistrada portuguesa, ex-presa Política, e uma sobrevivente de tortura mexicana, fazem parte de uma mesa redonda organizada pela amnistia Internacional para assinalar o encerramento da campanha a amnistia Internacional (aI) vai promover uma mesa redonda no Museu do aljube – Resistência e Liberdade, em Lisboa, esta sexta-feira, 24 de junho, para assinalar o encerramento da campanha global Stop Tortura, lançada em 2014. O encontro, com início marcado para as 18h00, assinala também o Dia Internacional de apoio às Vítimas de Tortura, que se comemora no domingo, dia 26. além da presidente da delegação portuguesa da aI, Susana Gaspar, estarão presentes na mesa redonda a magistrada e ex-presa política aurora Rodrigues e o músico Hélio Morais – que inaugurou a bateria Sons da Tortura. Claudia Medina, sobrevivente de tortura às mãos das forças de segurança mexicanas, dará o seu testemunho via skype. a campanha Stop Tortura foi iniciada em maio de 2014, com o propósito de combater a crise global de tortura. Desde então, a aI deu a conhecer os resultados de investigações às práticas de tortura em cinco países: Filipinas, Marrocos, México, Nigéria e Uzbequistão. No Relatório anual de 2015, a organização denunciou ainda mais de 122 países que torturaram ou sujeitaram pessoas a maus-tratos, por ação das forças de segurança. Em Portugal, entre as várias ações desenvolvidas, destaque para a iniciativa Correr contra a tortura, em que apoiantes e ativistas palmilharam mais de 13 mil, quase duplicando o objetivo de representar a distância entre Lisboa e o Uzbequistão.