associações de pais dos colégios Conciliar Maria Imaculada (CCMI) e Nossa Senhora de Fátima (CNSF), em Leiria, estão preocupados com o destino dos 56 alunos que terão de passar para o ensino estatal por não ser renovado o contrato de associação
associações de pais dos colégios Conciliar Maria Imaculada (CCMI) e Nossa Senhora de Fátima (CNSF), em Leiria, estão preocupados com o destino dos 56 alunos que terão de passar para o ensino estatal por não ser renovado o contrato de associação Intrigadas com as incongruências encontradas no estudo da rede elaborado pelo Ministério da Educação para por fim aos contratos de associação com as escolas de ensino particular, as associações de pais dos colégios Conciliar Maria Imaculada (CCMI) e Nossa Senhora de Fátima (CNSF) reuniram com asdireçõesde algumas escolas do concelho de Leiria e chegaram à conclusão que as escolas públicas da cidade podem não ter vagas para receber os alunos das escolas privadas. Podem imaginar o quão dramático, incerto e confuso vai ser toda a gestão de matrículas, contratação de docentes e não docentes e de transportes públicos por parte da autarquia, afirmou Marta Vasconcelos, presidente da associação de pais doCNSF, pedindo ao Ministério da Educação que reavalie a rede escolar localmente, pois os alunos que tiverem turmas nos colégios privados terão de ingressar em alguma escola. Em causa está o futuro dos 56 alunos que foram convidados a frequentar o ensino público, uma vez que duas turmas de 5. º ano (uma em cada um destes colégios) perderam o financiamento do Estado. E está também por se saber o que vai acontecer com os cerca de 400 alunos a estudar fora do concelho de Leiria, e que poderão ter que regressar, ao abrigo das novas normas geográficas determinadas pela tutela. Em conferência de imprensa, realizada esta quarta-feira, 15 dejunho, Marta Vasconcelos desafiou ainda o Ministério da Educação a olhar para as escolas sem divisão. Se os pais escolhem os colégios é porque respondem positivamente a alguns critérios que consideram importantes, como a segurança. Por que não olhar de forma honesta e tirar os bons exemplos dos contratos de associação para a escola estatal e vice-versa? Há coisas boas e más nos dois lados, sublinhou.