Os membros das congregações religiosas conseguiram retomar o «carisma» e as «opções próprias do seu Instituto» ao longo do ano da Vida Consagrada, proclamado pelo Santo Padre e que agora chega ao fim
Os membros das congregações religiosas conseguiram retomar o «carisma» e as «opções próprias do seu Instituto» ao longo do ano da Vida Consagrada, proclamado pelo Santo Padre e que agora chega ao fimO ano da Vida Consagrada, proclamado pelo Papa Francisco, termina a 2 de fevereiro, com um balanço positivo, considera Manuel Quintas, bispo do algarve e delegado da Conferência Episcopal Portuguesa para o diálogo com os Institutos de Vida Consagrada. Para o prelado, este foi um ano muito rico que ajudou cada congregação religiosa do país a retomar o essencial da sua vida em linha com o carisma e as opções próprias do seu instituto. O bispo do algarve disse, em declarações à agência Ecclesia, que os consagrados têm a missão de quase abanar, despertar quem está assim adormecido, entorpecido ou anestesiado pela vida. Quanto à vida consagrada na diocese do algarve, Manuel Quintas admite que a realidade das congregações não é fácil, uma vez que só nos últimos dez anos fecharam várias comunidades: umas sete ou oito. Contudo, mais do que lamentar aqueles que saíram, e não se pode contrariar a realidade e a verdade desses institutos, muitos deles envelhecidos, é preciso dar graças pelos que continuam e pelo testemunho que continuam a dar.