Os observadores da União Europeia nas eleições gerais de Moçambique manifestaram-se preocupados com o atraso na divulgação dos resultados da votação. Os dados disponíveis dão a vitória ao candidato da FRELIMO
Os observadores da União Europeia nas eleições gerais de Moçambique manifestaram-se preocupados com o atraso na divulgação dos resultados da votação. Os dados disponíveis dão a vitória ao candidato da FRELIMOO atraso na divulgação dos resultados finais das eleições gerais em Moçambique, realizadas a 15 de outubro, está a causar apreensão nos observadores da União Europeia (UE), sobretudo pela ausência de explicações oficiais. Em comunicado, a missão de observação considerou substancialmente correto o processo de votação, mas lamenta as dificuldades em aceder aos dados das províncias de Cabo Delgado e Zambézia. Uma semana depois do ato eleitoral, os dados mais atualizados não têm chegado do governo, mas da contagem paralela das organizações da sociedade civil, que em situações anteriores demonstraram uma boa precisão nas suas projeções. De acordo com estes dados, Filipe Nyusi, candidato da FRELIMO, o partido do governo, seria o novo Presidente, com 58 por cento dos votos. O líder da RENaMO, afonso Dhlakama, seria segundo, com 35 por cento, e em terceiro lugar ficaria Daviz Simango, do Movimento Democrático de Moçambique, informa a agência Misna.