Grupo de homens armados mandou parar a viatura e executou os ocupantes, entre eles uma criança, com tiros de Kalashnikov. O ataque terrorista ainda não foi reivindicado
Grupo de homens armados mandou parar a viatura e executou os ocupantes, entre eles uma criança, com tiros de Kalashnikov. O ataque terrorista ainda não foi reivindicado Dos passageiros que seguiam no autocarro, apenas um sobreviveu ao ataque. Os outros, 11 homens, três mulheres e uma criança, foram abatidos à queima-roupa, na quinta-feira à noite, na província central de Ghor, no afeganistão. as autoridades atribuem o massacre aos talibã, embora o ataque não tenha sido reivindicado e o grupo terrorista costume investir mais contra alvos militares. O certo é que o número de ataques contra civis afegãos está a aumentar e o grau de violência também. Segundo dados da ONU, nos primeiros seis meses de 2014, a quantidade de vítimas civis aumentou 24 por cento. Este acréscimo é atribuído a três razões: a estação do ano favorável às ações dos grupos armados; aproximação das datas para a retirada das forças internacionais; e a falta de resultados definitivos das últimas eleições presidenciais. Perante o perigo de um conflito aberto que arraste o país novamente para a crise dos anos 1992 a 1996, os Estados Unidos da américa têm pressionado as autoridades locais e a comunidade internacional para que se resolva a controvérsia eleitoral e se assine um acordo que permita a presença de pelo menos 10 mil militares norte-americanos e de outras nacionalidades durante o ano de 2015.