Várias organizações da Guiné-Bissau vão receber veículos, produtos hospitalares e sementes de cultivo. Os bens serão entregues por um grupo de portugueses
Várias organizações da Guiné-Bissau vão receber veículos, produtos hospitalares e sementes de cultivo. Os bens serão entregues por um grupo de portuguesesUm grupo de portugueses vai partir para a Guiné-Bissau, na próxima quinta-feira, 24 de abril, em missão humanitária. a chegada àquele país africano está prevista para o dia 1 de maio. O objetivo dos viajantes de Porto de Mós (Leiria) é entregar viaturas, produtos hospitalares, material escolar e sementes de cultivo a organizações não governamentais.
a caravana deverá passar por Marrocos, Saara Ocidental, Mauritânia, Senegal, contornando a Gâmbia até entrar na Guiné-Bissau, perfazendo um total de 5. 500 quilómetros. a expedição inclui uma ambulância oferecida pelos Bombeiros Voluntários de Cela – alcobaça.
O valor do que vai ser doado é superior a 50 mil euros. Só uma senhora doou 850 peças de roupa. Seguem também imensos brinquedos, livros, sementes para cultivo e material hospitalar descartável, explicou Miguel Borges, um dos responsáveis pela iniciativa.
a primeira brigada segue por terra na quinta-feira, de Porto de Mós (Leiria) até à Guiné-Bissau, sendo constituída por um grupo de 25 pessoas, distribuídas pelas 11 viaturas que temos para entregar e que seguem carregadas de donativos, adiantou o responsável, em declarações à agência Lusa.
a segunda brigada é formada por cinco pessoas e parte de avião no dia 1 de maio para Bissau, onde ficarão três dias para participar em ações humanitárias, juntamente com os restantes 25 voluntários. Segundo Miguel Borges, as ofertas serão entregues a organizações não governamentais selecionadas pela Fundação João XXIII, que ajudou a fazer o levantamento das verdadeiras necessidades do terreno.
Para dar resposta a uma das grandes necessidades locais, a missão vai distribuir sementes para cultivo, através do projeto agrícola de Quinhamel, que deverão ser utilizadas para produzir excedentes, que possam ser vendidos e reverter para o financiamento de escolas e centros de saúde.