as atividades ligadas ao canto estiveram em evidência no Encontro de Pastoral Litúrgica. Para o padre Pedro Ferreira, a «música» assume especial «importância» nas celebrações e inspira-se na «melhor tradição da Igreja»
as atividades ligadas ao canto estiveram em evidência no Encontro de Pastoral Litúrgica. Para o padre Pedro Ferreira, a «música» assume especial «importância» nas celebrações e inspira-se na «melhor tradição da Igreja»Conferências e dinâmicas ligadas ao canto gregoriano e polifónico marcaram o 39. º Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica, que decorreu com o tema a Liturgia cume e fonte da vida cristã: a celebração da fé à luz do Concílio. Na sessão de encerramento, que decorreu esta sexta-feira, 26 de julho, em Fátima, Pedro Ferreira, sacerdote e diretor da Comissão Episcopal de Liturgia e Espiritualidade, falou sobre a importância da música nas celebrações. a nossa música é muito diferente do género de música que se usa por aí fora, noutras celebrações. Usamos uma linguagem própria, que não recorre ao fado, nem ao rock, e se inspira na melhor tradição da Igreja, com a integração do canto gregoriano e polifónico, afirmou. Insistimos na fidelidade à tradição da Igreja romana, acrescentou o responsável. Durante a sua intervenção, Pedro Ferreira elogiou a plataforma online da pastoral litúrgica. as consultas aos conteúdos litúrgicos falam de um verdadeiro êxito e as pessoas têm-se manifestado agradadas e agradecidas com os serviços disponibilizados, sublinhou o sacerdote.
Por sua vez, anacleto Oliveira, bispo de Viana do Castelo, e presidente da Comissão Episcopal de Liturgia e Espiritualidade, enalteceu a importância da iniciativa. acho que o encontro nos proporcionou uma visão bastante completa daquilo que o Vaticano II pretendeu com as celebrações litúrgicas referiu, adiantando que a iniciativa é uma ocasião para aprofundar a espiritualidade da fé dos participantes. Nós queremos que as celebrações sejam verdadeiras vivências da fé, concluiu o responsável.
Maria do Carmo Ferreira, da congregação das Irmãs de São João Baptista, foi uma das centenas de pessoas que marcaram presença no encontro, que iniciou na última segunda-feria, 22. a religiosa de 63 anos coordena o coro da paróquia de Torres Novas e participou na iniciativa porque foi atraída pelas dinâmicas ligadas ao canto. a música litúrgica é muito importante para mim porque todos aqueles que eu apoio e ensino sentem e dizem-me que se elevam para Deus com estes cânticos, explicou. Por esse motivo, para Maria do Carmo Ferreira, esta iniciativa foi importante a nível pessoal e comunitário.