Os membros do Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos apelam à construção de uma sociedade sem «despedimentos por razões económicas e empregos precários e mal pagos»
Os membros do Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos apelam à construção de uma sociedade sem «despedimentos por razões económicas e empregos precários e mal pagos»Numa mensagem para o 123. º Dia do Trabalhador, os membros do Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos (MMTC) apelam à construção de uma sociedade mais fraterna e igualitária, onde não existam despedimentos por razões económicas e empregos precários e mal pagos, onde as necessidades básicas de todos os cidadãos sejam garantidas, e onde as riquezas do mundo que pertencem apenas a um por cento de privilegiados, sejam de todos e sirvam apenas o bem-estar e a qualidade de vida do conjunto da humanidade.

O mundo vive sob a ameaça de um desmoronamento da economia. Os trabalhadores e as trabalhadoras são as primeiras vítimas: são despedidos das empresas, sofrem reduções de salários e são forçados a realizar longas horas de trabalho, refere o MMTC, no documento alusivo ao 1. º de maio. Os problemas gerados pela especulação capitalista e pela crise económica não podem ser resolvidos apenas por um país, sublinham os elementos do movimento no texto intitulado Todos pela justiça e pela dignidade humana.

a pobreza agravou-se ainda mais no mundo, alertam os trabalhadores cristãos no texto divulgado terça-feira, 30 de abril. Duzentos milhões de homens e mulheres estão desempregados em todo o planeta e, segundo um relatório da OCDE, 60 por cento dos trabalhadores ou trabalhadoras no mundo não têm um contrato e estão mais expostos à insegurança do trabalho, alertam os elementos do movimento. Na mesma mensagem, o MMTC deseja que Igreja Católica esteja mais atenta ao grito de todos os trabalhadores e trabalhadoras no mundo inteiro.