é catequista? Quer conhecer outras formas de viver em Igreja? Então esta proposta é para si. Partindo do exemplo de Moçambique, um missionário e um académico moçambicano vão estar em Fátima a dar pistas sobre o lugar dos leigos na reconstrução da Igreja
é catequista? Quer conhecer outras formas de viver em Igreja? Então esta proposta é para si. Partindo do exemplo de Moçambique, um missionário e um académico moçambicano vão estar em Fátima a dar pistas sobre o lugar dos leigos na reconstrução da Igrejaas notícias que nos chegam de África são, por norma, relacionadas com a fome, com a guerra, com a pobreza, com a violação de direitos humanos. Mas nem tudo é mau no continente africano. Moçambique, por exemplo, conseguiu construir uma Igreja jovem e ministerial, assente no trabalho dos leigos, em particular dos catequistas, que pode servir de modelo nos caminhos da nova evangelização. É com base nesta experiência que Diamantino antunes, missionário da Consolata, e Brazão Mazula, ex-presidente da Comissão Nacional de Eleições de Moçambique e antigo reitor da Universidade Eduardo Mondlane (Maputo), vão estar esta sexta-feira, 18 de janeiro, no Centro Missionário allamano, em Fátima, para uma conferência, destinada a mostrar uma forma diferente de viver em Igreja e a lançar pistas sobre qual deve ser o papel dos leigos na reconstrução dessa mesma Igreja. Ontem, como hoje, os catequistas são chamados a orientar a comunidade cristã local, a ser formadores de agentes de pastoral nas suas paróquias. Este trabalho é um desafio: formar cristãos apóstolos para que sejam o sinal da Igreja no ambiente onde vivem, afirma Diamantino antunes, que trabalha há seis anos no Centro Catequético do Guiúa, na diocese de Inhambane, em Moçambique. Na sessão, promovida pelos Missionários da Consolata, será apresentado o novo livro de Diamantino antunes – Véu de morte numa noite de luar, onde é compilada a história do Centro do Guiúa e recordado o massacre de 24 catequistas, com testemunhos de quem presenciou a tragédia. a publicação tem o prefácio assinado pelo bispo do Porto, Manuel Clemente.