No país mais novo do globo, um novo programa está a ajudar os agricultores vulneráveis a melhorar os seus meios de subsistência, aumentando a qualidade das sementes utilizadas para produzir as principais culturas
No país mais novo do globo, um novo programa está a ajudar os agricultores vulneráveis a melhorar os seus meios de subsistência, aumentando a qualidade das sementes utilizadas para produzir as principais culturas a Organização das Nações Unidas para a agricultura e a alimentação (FaO) está a colaborar com o Ministério da agricultura do Sudão do Sul para implementar um novo programa naquele país africano, que pretende auxiliar os agricultores a aperfeiçoar os seus meios de subsistência, aumentando a qualidade das sementes que utilizam. O projeto, avaliado em 500 mil euros, permitirá habilitar os agricultores na produção, armazenamento e comercialização de sementes e estacas de qualidade das principais culturas. as sementes são de uma importância primordial para a segurança alimentar e subsistência dos agricultores e comunidades rurais do Sul do Sudão, refere Sue Lautze, responsável pelo escritório da FaO em Juba. apesar da insegurança alimentar generalizada, o país está empenhado em garantir a segurança alimentar de todos o mais rapidamente possível e as sementes são uma componente essencial para a concretização deste importante objetivo, sublinha a técnica das Nações Unidas. através deste projeto, a FaO pretende não só reduzir o número de famílias afetadas pela insegurança alimentar, melhorando o acesso e disponibilidade de sementes de qualidade produzidas localmente, mas também melhorar os rendimentos e as capacidades dos produtores de sementes, explica Joseph Okidi, coordenador do projeto no Sudão do Sul. a produtividade das culturas e os meios de subsistência dos agricultores foi seriamente prejudicada devido a décadas de conflitos e deslocamentos que dificultaram o acesso a sementes e estacas de qualidade, e fizeram esquecer alguns conhecimentos sobre técnicas de produção. O novo programa abrange mais de cinco mil famílias de agricultores vulneráveis, cerca de 30 mil pessoas, e 400 produtores de sementes.