Um desafio diferente proposto pelo Metanoia: como podem os livros marcar ou moldar as pessoas? afinal, «os livros são ponte para a ‘teologia da inutilidade’, para o lugar da estética, da poesia, da reflexão, do sem porquê, como a rosa ou o brinquedo»
Um desafio diferente proposto pelo Metanoia: como podem os livros marcar ou moldar as pessoas? afinal, «os livros são ponte para a ‘teologia da inutilidade’, para o lugar da estética, da poesia, da reflexão, do sem porquê, como a rosa ou o brinquedo»O aviso é feito logo a abrir a convocatória para mais um Encontro de Lisboa, que mensalmente o Metanoia – Movimento Católico de Profissionais organiza e que tem lugar esta sexta-feira, dia 11, na Igreja de Fátima. Não se pretende propriamente uma discussão sobre obras ou autores que são caros a cada um ou que nos marcaram ao longo das nossas vidas. aquilo que se espera é interpelar cada um sobre o modo como os livros e a leitura nos marcam, nos moldam, nos abrem outros caminhos, novas perspetivas filosóficas, estéticas, espirituais, de humanização e de transcendência. No texto que apela à participação de todos reconhece-se que o tempo de ler associa-se ao tempo de lazer mas também ao não tempo, que é o tempo de Deus. O tempo do inútil, do desútil’, como refere o poeta brasileiro Manoel de Barros, ou seja, de um tempo mais para ser do que para fazer, um tempo por vezes difícil de encontrar e de nos concedermos mas que, quando no-lo concedemos, nos amplia o olhar e o coração, cava o silêncio que germina em nós e nos purifica. É um hino à leitura, ao ler e ao livro. afinal, escrevem os promotores do encontro, os livros são ponte para a teologia da inutilidade’, para o lugar da estética, da poesia, da reflexão, do sem porquê, como a rosa ou o brinquedo. O encontro acontece no novo espaço de reuniões do Metanoia lisboeta, na Igreja de Fátima (na av. Poeta Mistral, à av. de Berna).como habitualmente, os participantes são convidados a partilhar o jantar pelas 20h00, para abrir o debate pelas 21h30.