Patrick Silva, brasileiro, por adopção há seis anos, contou aos jovens que participaram na caminhada juvenil como se é missionário em São Paulo, Rio de Janeiro
Patrick Silva, brasileiro, por adopção há seis anos, contou aos jovens que participaram na caminhada juvenil como se é missionário em São Paulo, Rio de Janeiro a nossa missão vai passar por ser uma coisa muito pequena, quase insignificante, afirmou. O missionário da Consolata manifestou a alegria de viver com aquele povo, ainda que não construí nada, não fiz nada de heróico.
a missão passa por coisas simples como estar junto das pessoas, caminhar com o povo. além de perder a mania que os europeus têm que somos melhores que os outros, frisou o sacerdote.
aos cem jovens que participaram na caminhada juvenil a Fátima, Patrick Silva falou e mostrou a realidade da favela, um amontoado de pessoas. Um espaço onde vivem 50 mil pessoas, paredes meias com condomínios de luxo e segurança. É uma favela muito boa, explica enquanto aponta que as pessoas têm ‘tv gato’, ‘net gato’, ou seja, as pessoas, clandestinamente, ‘roubam’ o sinal.
ali sou chamado a testemunhar a minha fé, ao meu jeito, para que eles me ensinem a fé, do jeito deles, referiu já num discurso com vocabulário e sotaque meio brasileiro. Missionário da Consolata há oito anos, Patrick Silva considera que o povo simples enriquece-nos muito.