«é sempre uma alegria grande celebrar a Eucaristia aqui, onde realizei os primeiros anos do sacerdócio», frisou, logo no início da homilia, o padre Manuel Tavares
«é sempre uma alegria grande celebrar a Eucaristia aqui, onde realizei os primeiros anos do sacerdócio», frisou, logo no início da homilia, o padre Manuel TavaresUma alegria redobrada quando se festejam 50 anos de vida sacerdotal na Festa da Consolata, assinalou o missionário. a partir das leituras que mostram o Sim de Maria a Deus, o sacerdote afirmou que para nós, missionários, ela é simplesmente Consolata. Está no nosso coração, e é o título que mais nos aproxima dela.
Manuel Tavares contou à assembleia de fiéis, o primeiro encontro com a Consolata, que lhe havia de mudar a vida, em 1947, com 11 anos. Depois de já ter dito que queria ser padre missionário, um sacerdote do Instituto Missionário da Consolata, instalado em Portugal, dois anos antes pelo padre De Marchi, passa pela sua terra natal, Cardigos. E o padre Lourenço falou com muito entusiasmo, das missões, da padroeira, deixando estampas de Nossa Senhora.
Meses depois entra, com três conterrâneos, no Instituto em Fátima. 62 anos depois a presença continua viva. ainda hoje espero que continue até ao fim dos meus dias, disse aos fiéis.
Menos vocações sacerdotais, mais leigos
Hoje há outras formas de colaborar com a Igreja, salientou o padre Manuel Tavares. Os leigos assumem um maior papel quando a vocação missionária diminuiu drasticamente. Os seminários já não estão cheios, como antigamente, disse. actualmente a vocação missionária já não é sentida como era antes e muitos leigos tomam parte activa nela (na missão).
Para o missionário é necessário que a consolação de Maria seja posta em evidência, aos jovens. O sacerdote lembrou que o mundo precisa de muitos pais e mães que ofereçam os filhos à Consolata. No final da homilia, o presbítero agradeceu, o dom do sacerdócio, em nome dos que completam 50 anos de ordenação sacerdotal.