« a infância espiritual, a “petite voie”, é a humildade, o abandono total nos braços do Pai. é permanecendo criança, que se cresce em ordem à maturidade espiritual»
« a infância espiritual, a “petite voie”, é a humildade, o abandono total nos braços do Pai. é permanecendo criança, que se cresce em ordem à maturidade espiritual»aos participantes do congresso sobre Francisco Marto, José Policarpo frisou que é preciso defender as crianças do espírito do mundo. a sociedade contemporânea é capaz, não apenas de desconhecer, mas de corromper e violentar as crianças. E isso interpela a sociedade a conceber a convivência com crianças, aquilo a que chamamos educação, a partir da criança e não do adulto. É sobretudo no seio da família que esta convivência é mais verdadeira.
as crianças são capazes de expressões de vida tão ou mais adultas do que as daqueles que, pela idade, se consideram adultos, na linha do amor, da generosidade e mesmo da manifestação sobrenatural da santidade, afirmou o cardeal patriarca de Lisboa. No congresso Francisco Marto: crescer para o dom, José Policarpo salientou o exemplo de Jesus aos doze anos, no Templo de Jerusalém entre os doutores.
Lembra o purpurado que a atitude das crianças que Jesus considera fundamental para quem quer ser seu discípulo, é a simplicidade e a alegria de quem acolhe. Se os adultos, para serem discípulos, têm de ter um coração de criança, as crianças podem ser discípulos de Jesus, parece mesmo serem aqueles de quem Jesus gosta mais, assinalou.